5 principais benefícios do CGNAT para os iSPs

CCGNAT
Os índices de endereços de IPv4 estão acabando. Esse número está quase no fim nas regiões da América Latina e no Caribe, seguindo o que aconteceu na Europa e na América do Norte. Mas isso não é motivo para pânico. O IPv6 está sendo implementado para suprir essa demanda. Mas enquanto a transição não é completa os provedores podem pensar em outra solução temporária.

O Problema


O principal problema é que a mudança do modelo IPv4 para o IPv6 não é tão simples. Para que ela ocorra, é preciso que todos os dispositivos e sites que usam o modelo antigo, estejam adaptados ao novo. E essa implementação pode levar algum tempo. Porém, é preciso manter o funcionamento nesse período.

Na prática, não é possível simplesmente abandonar o antigo. Isso porque a mudança imediata para o novo sistema traz apenas metade do serviço. Sites mais antigos, que ainda operam em IPv4, não poderiam ser acessados. Por conta disso, os provedores precisariam continuar com o uso do modelo anterior, pelo menos durante o processo de mudança. O CGNAT ajuda a diminuir essa dor de cabeça.

O que é?


Resumidamente, o CGNAT é uma técnica de tradução que compartilha endereços de IP entre vários dispositivos bem como usuários. Ademais, ele usa um IP público, que normalmente seria individual, e o distribui entre diversos novos endereços privados, de modo a suprir a demanda.

Enquanto ocorre a mudança e os sites e aparelhos estão sendo adaptados para o novo modelo, o CGNAT é usado para garantir que não haja problemas de conexão, fazendo com que todos possam acessar utilizando os IPs privados gerados a partir dessa distribuição. Então, quando o IPv6 for totalmente implementado, é feita uma transição para o modelo novo sem problemas de compatibilidade.

As Vantagens


1 – Mantém os clientes conectados


Essa é a principal vantagem do uso do CGNAT nesse momento. Sua aplicação permite que todos os dispositivos e usuários consigam acessar os sites, mesmo que ainda estejam com o modelo antigo, ou com uma mistura entre ambos os modelos.

2 – O baixo custo


Soluções do tipo NAT já são conhecidas, pela maioria dos profissionais da área, além disso, o baixo custo das portas em si, é o suficiente para que a solução não traga prejuízos.

3 – Segurança


Apesar do compartilhamento de IPs, as operadoras têm um controle sobre o tráfego, podendo detectar uma atividade inesperada ou suspeita. Além disso, o controle de quantidade de portas, diminui ataques de DDoS.

4 – Compatibilidade


Usado de maneira correta, o sistema é escalonável bem como compatível com as tecnologias existentes.

5 – A facilidade na transição


Além disso, o uso do CGNAT facilita também na transição para o IPv6, servindo como uma proteção. Caso ocorra algum erro ou incompatibilidade no novo modelo, essa alternativa mantém o funcionamento.

O CGNAT não é uma solução ideal, nem permanente. O futuro do endereçamento cabe ao IPv6. Mas, enquanto esse momento não chega é fundamental ter uma segunda opção. A Cisco apresenta ótimas soluções de CGNAT conforme a necessidade. Confira!

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